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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Electric Café [Edicion Española]

 Aqui posto as versões em Espanhol a rara versão do álbum Electric Café em espanhol, como infelizmente teve pouco sucesso em países que falam essa lingua, hoje é muito dificil de encontrar a versão completa do álbum (talvez impossivel...). Tanto que a única versão de Objeto Sexual, tem alguns pulos, porém, nada que prejudique

 capa (discogs.com)

 Esse é mais um dos arquivos oferecidos pelo visitante "KomputerKraine". Muito obrigado! 

Faixas:

01 - Techno Pop (Edición Española) [07:45]
02 - Sex Object (Edición Española) [06:51]

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Radio-Activity

 O álbum que não passa de um trocadilho com Radioatividade e "Radio-atividade" (atividades feitas em rádio) começou a marcar de vez a identidade do grupo. Com a formação comumente denominada de "clássica": Ralf, Florian, Wolfgang e Flur. Emil Schult continuava a e ajudar a escrever letras desenhar a arte de discos, nesse caso inspirado em um antigo aparelho de rádio alemão de 1930.


       
 O trocadilho com o o nome do disco, refere-se ao que pioneiras rádios alemãs que faziam a noite (por isso a atração de Ralf por esse horário). Diz-se que nessas rádios se testavam enormes sintetizadores, uma das prováveis fontes de inspiração para Ralf e Florian.

 Caracteriza-se esse álbum a grande utilização do famoso Minimoog e de um órgão eletrônico,  adquirido na tour nos Estados Unidos onde patentearam a bateria eletrônica (queria eu achar o link no Google Patents para lhes mostrar). As faixas Radioactivity e Antenna ganharam clipes e tiveram um sucessso bem considerável... ajudados pelas versões em Inglês e Alemão em uma mesma faixa de parte das faixas desse disco. Radioactivity chegou a ficar no primeiro lugar nas paradas Francesas em 1976.

Faixas:

1 - Geiger Counter (01:06)
2 - Radioactivity (06:41)
3 - Radioland (05:51)
4 - Airwaves (04:40)
5 - Intermission (00:38)
6 - News (01:17)
7 - The Voice of Energy (00:53)
8 - Antenna (03:41)
9 - Radio Stars (03:33)
10 - Uranium (01:25)
11 - Transistor (02:12)
12 - Ohm sweet Ohm (05:35)

[download]
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Minimum-Maximum

 O Minimum-Maximum foi o nome dado ao CD e DVD Duplo lançado em 2005 contendo os shows da aclamada "World Tour" que o Kraftwerk fez em 2004 após o lançamento Tour de France Soundtracks. Os shows foram gravados na Polônia, Russia, Alemanha, Londres, Hungria, Estonia, Letonia, Japão e Estados Unidos. Como sabemos, esse é o único registro oficial de um "live" do grupo.

       
[artes, capa e contra-capa dos discos]

  Sobre a tecnologia empregada, o grupo utilizou nas turnês desde 2002, 10 notebooks Sony Vaio, 4 com a linha de frente que utilizando o Cubase, um famoso DAW (*DAW: programas de criação musical) ... e mais 6 para projeção de video, feita por 3 projetores sincronizados. [wikipedia]

Falando em video:


  Sobre a qualidade nada "demais" a comentar: é algo feito pelo Kraft, é bem feito! A engenharia e a finalização foram feitas pelos Henning e Fritz. A qualidade é exepcional. Quem tiver um dia a oportunidade de comprar os DVDs e ouvir em um sistema 5.1 terá uma ótima experiência.
 
 Ainda sobre o DVD é bom lembrar que tem a sequência de faixas diferente do CD: o CD2 inicia com Radioactivity, enquanto o DVD com Numbers... só um detalhe.

 Como é de costume o grupo lançou versões em inglês e Alemão. A que posto agora é somente a em inglês pois só achei o disco 2 em Alemão... coisas da vida. Quem tiver peço que avise-me. [atualizado]

 Esse álbum foi indicado para o Grammy de Melhor Álbum de Eletrônico/Dance. Mas perdeu para o The Chemical Brothers... 

Versão Inglês:

- Faixas (CD1):

1 - The Man-Machine (Warszawa Sala Kongresowa) [07:55]
2 - Planet Of Visions (Ljubljana Krizanke) [04:45]
3 - Tour De France Étape 1 (Riga Olimpiska Hall) [04:22]
4 - Chrono (Riga Olimpiska Hall) [01:29]
5 - Tour De France Étape 2 (Riga Olimpiska Hall) [04:48]
6 - Vitamin (Moskwa Lushniki) [06:41]
7 - Tour De France (Paris Le Grand Rex) [06:18]
8 - Autobahn (Berlin Tempodrom) [08:51]
9 - The Model (London Brixton Academy) [03:41]
10 - Neon Lights (London Royal Festival Hall) [05:58]

- Faixas (CD2):

1 - Radioactivity (Warszawa Sala Kongresowa) [07:42]
2 - Trans Europe Express (Budapest Sportarena) [05:01]
3 - Metal On Metal (Budapest Sportarena) [04:28]
4 - Numbers (San Francisco Warfield) [04:27]
5 - Computer World (Moskwa Lushniki) [02:55]
6 - Home Computer (Warszawa Sala Kongresowa) [05:54]
7 - Pocket Calculator (Moskwa Lushniki) [02:58]
8 - Dentaku (Tokyo Shibuya AX) [03:15]
9 - The Robots (Moskwa Lushniki) [07:23]
10 - Elektro Kardiogramm (Tallinn Exhibition Hall) [04:41]
11 - Aéro Dynamik (Riga Olimpiska Hall) [07:13]
12 - Music Non Stop (Moskwa Lushniki) [09:54]
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Versão Alemão:

- Faixas (CD1):

1 - The Man-Machine (Warszawa Sala Kongresowa) [07:55]
2 - Planet Of Visions (Ljubljana Krizanke) [04:45]
3 - Tour De France Étape 1 (Riga Olimpiska Hall) [04:22]
4 - Chrono (Riga Olimpiska Hall) [01:29]
5 - Tour De France Étape 2 (Riga Olimpiska Hall) [04:48]
6 - Vitamin (Moskwa Lushniki) [06:41]
7 - Tour De France (Paris Le Grand Rex) [06:18]
8 - Autobahn (Berlin Tempodrom) [08:51]
9 - Das Modell (London Brixton Academy) [03:41]
10 - Neon Licht (London Royal Festival Hall) [05:58]

- Faixas (CD2):

1 - Radioaktivität (Tallinn Exhibition Hall) [07:41]
2 - Trans-Europa Express (Riga Olimpiska Hall) [03:21]
3 - Abzug (Riga Olimpiska Hall) [01:40]
4 - Metall auf Metall (Riga Olimpiska Hall) [04:28]
5 - Nummern (San Francisco The Warfield) [04:27]
6 - Computerwelt (Riga Olimpiska Hall) [02:55]
7 - Heimcomputer (Warszawa Sala Kongresowa) [05:55]
8 - Taschenrechner (Berlin Tempodrom) [02:58]
9 - Dentaku (Tokyo Shibuya Ax) [03:15]
10 - Die Roboter (Berlin Tempodrom) [07:23]
11 - Elektro-Kardiogramm (Tallinn Exhibition Hall) [04:41]
12 - Aero Dynamik (Riga Olimpiska Hall) [07:14]
13 - Music Non-Stop (Moscow Lushniki) [09:51]
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DVD-Rip (tempo limitado):

Video:

MP4 (H264)
Tamanho do video: 720 x 576 (DVD PAL)
Bitrate: 2400 kbp/s
FPS: 25

Audio:

AAC
Bitrate: 196 kbp/s
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Exceller 8

       Exceller 8 foi um álbum de compilações lançado em diversos países, inclusive o Brasil, em 1975. Unia em seus 2 lados o de melhor que o Kraftwerk tinha oferecido até tal momento, com muito da sua fase experimental. Creio que foi lançado graças ao sucesso de Autobahn... para que o público conhecesse "melhor" o grupo. O discogs descreve alguns erro de títulos das musicas na arte do disco em alguns desses países.

capa e contra-capa 
(tem um monte de versões no discogs.com)

       Obrigado ao visitante e praticamente parceiro do blog, o "KomputerKraine", por disponibilizar mais esse arquivo em excelente qualidade. Muito obrigado!

Faixas:

A1 - Ruckzack [07:32]
A2 - Autobahn [03:09]
A3 - Tongebirge [02:51]
A4 - Kristallo [06:20]
B1 - Comet Melody 2 (Kometenmelodie II) [02:51]
B2 - Klingklang [09:26]
B3 - Vom Himmell Hoch [04:01]
B4 - Stratovarius [01:36]

DOWNLOAD: mega.co.nz
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domingo, 22 de julho de 2012

Tour de France Soundtracks

 Tour de France Soundtracks é o décimo album do Kraftwerk, lançado em 2003 e o último álbum de inéditas. Alguns dizem que é o único de inéditas desde 1986 (Electric Café), eu não concordo, considero o The Mix de inéditas porque não foi um "remix" mas sim composições completamente novas com tecnologia digital. 

capa e contra-capa (discogs.com)

  O álbum foi feito em comemoração aos 100 anos da maior corrida ciclistica do mundo, paixão de Ralf e alguns integrantes do grupo. Segundo Ralf Hutter, eles já tinham um conceito com um álbum com esse tema desde o lançamento do single de 1983.
 A maioria das letras foi escrita por Ralf Hutter, e Maxime Schmitt, um dos colaboradores do Kraftwerk desde os anos 70 e que faz/fazia (não encontrei muita informação quanto a ele) parte da EMI na França. Hoje a EMI, comprada pela Universal. 

 uma das "artes" do disco (discogs.com)

 A partir do álbum foi feito também um jingle, para ser utilizado em todos os eventos/propaganda relacionado a tour de france.
      
 Como já mencionei no post do Single é a obra do Kraft com o ar mais moderno, feita boa parte do jeito que o eletrônico é "feito" hoje. As faixas são atribuidas a todos os integrantes que hoje atuam na "linha de frente", atualmente, sem o Florian. Tour de France também é atribuida a Karl Bartos.

Faixas:

1 - Prologue [00:31]
2 - Tour De France Étape 1 [04:27]
3 - Tour De France Étape 2 [06:41]
4 - Tour De France Étape 3 [03:56]
5 - Chrono [03:19]
6 - Vitamin [08:09]
7 - Aéro Dynamik [05:04]
8 - Titanium [03:21]
9 - Elektro Kardiogramm [05:16]    
10 - La Forme [08:41]
11 - Régéneration [01:16]
12 - Tour De France [05:12]

[download]
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domingo, 8 de abril de 2012

The Mix

       The Mix de 1991 é o décimo álbum de estúdio do Kraftwerk que se caracterizou por ser feito de regravações de obras anteriores como Autobahn e Electric Cafe. Ralf Hütter afirmou em entrevistas que ele considerava o The Mix como um tipo de álbum ao vivo, já que ele gravou improvisações da banda utilizando tecnologia digital na Kling Klang Studio. A banda fez um retorno aos palcos em 1990, após um hiato de nove anos de turnê. A maioria das canções tem sido reproduzidas até hoje em seus shows, de forma semelhante as desse álbum.

       Entre outras motivações para o lançamento de um álbum desse modo estariam a de que o grupo não queria lançar compilações, para que não parecesse aos seus fâs que a banda estaria no fim, e de que na época o estúdio estava passando por um processo de reorganização, atribuindo a tecnologia de MIDI e computadores ao lugar da tecnologia analógica.

       A recepção por parte do público não foi muito boa, pela falta de novas canções e pela não familiarização com essa nova sonorizade trazida por instrumentos e gravação inteiramente digitais.    
uma das artes do disco

       A produção do álbum é creditada a Ralf Hütter, Florian Schneider e Fritz Hilpert, o último tendo substituído o percussionista e cenógrafo Wolfgang Flur após Flur deixar o grupo em 1987. Karl Bartos também deixou a banda em 1991, após a conclusão das sessões do álbum. Bartos alegou em entrevistas posteriores que muito de seu trabalho de programação apareceu em The Mix, mas sem créditos.

PS: Se acharam que foi uma cópia do artigo do wikipedia brasileiro, foi eu que o fiz, com erros e etc., lhes garanto. Utilizei como base o wikipedia americano acessem e percebam as semelhanças.

Faixas (Versão Inglês)

1 - The Robots (08:58)
2 - Computer Love (06:39)
3 - Pocket Calculator (04:32)
4 - Dentaku (03:26)
5 - Autobahn (09:28)
6 - Radioactivity (06:52)
7 - Trans Europe Express (03:20)
8 - Abzug (02:18)
9 - Metal on Metal (04:58)
10 - Home Computer (08:02)
11 - Music Non Stop (06:40)

DOWNLOAD: 4shared.com

Faixas (Versão Alemão)

1 - Die Roboter (08:58)
2 - Computerliebe (06:39)
3 - Taschenrechner (04:32)
4 - Dentaku (03:26)
5 - Autobahn (09:28)
6 - Radioaktivität (06:52)
7 - Trans Europa Express (03:20)
8 - Abzug (02:18)
9 - Metal auf Metal (04:58)
10 - Heimcomputer (08:02)
11 - Musik Non Stop (06:40)

DOWNLOAD: 4shared.com
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terça-feira, 3 de abril de 2012

Electric Café

 Electric Cafe o álbum para mim mais "pop" feito pelo Kraftwerk teve os primeiros registros em tecnologia digital do grupo. Diferente de outras obras a critica diz esse não tendo um tema forte pelo qual as musicas giram, mas um olhar um pouco mais amplo diria que o tema seria o próprio Techno Pop. Na minha concepção esse álbum é um ode ao Techno.

 Esse disco foi um dos primeiros a ser lançado em CD (tecnologia que existia desde o fim dos anos 70, mas se tornou mais popular nessa época) algumas musicas, principalmente The Telephone Call, foram gravadas com instrumentos analógicos, e todas gravadas em fita (analogicamente) mesmo usando-se o melhor e mais caro da tecnologia digital: escolha de Ralf. Logo depois em 1987 lançada em versão Single de The Telephone Call com tecnologia digital (remixada), assim como "Musique Nonstop", que já foi gravado com processos modernos. Ambas tiveram grande notoriedade nas paradas Europeias.


Capa do Electric Cafe
  
 O álbum marca mais uma mudança (ou uma adição) de elementos ao estilo visual do grupo. Com o clipe de "Musique Nonstop" as artes dos discos da pioneira em videos em 3D Rebecca Allen. O clipe demorou 2 anos para ser feito mesmo com o aparato do Instituto de Tecnologia de Nova Iorque. A demora se deveu pelas rápidas mudanças tecnológicas da época.  
     
 Depois de 1986, graças a divergências entre o grupo, Wolfgang Flur deixou o Kraftwerk, fazendo desse o último disco da formação "clássica" do grupo, de 1975 até 1986.

 Percebam que nas três faixas que são o lado A só existem músicas "sem letra" e no lado B predominam músicas "cantadas", por assim dizer.

Faixas (Versão Inglês):

1 Boing Boom Tschak (02:57)
2 Techno Pop (07:41)
3 - Musique Non-Stop (05:43)
4 The Telephone Call (08:01)
5 - Sex Object (06:48)
6 - Electric Café (04:13)

[download]

Faixas (Versão Alemão):

Boing Boom Tschak (02:57)
2 Techno Pop (07:41)
3 - Musique Non-Stop (05:43)
4 Der Telefon-Anruf (08:01)
5 Sex Objekt (06:48)
6 - Electric Café (04:13)

[download]
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Computer World

 Fala-se que essa época fora o auge do grupo, com esse álbum e uma tour excepcional, criativa e revolucionária. Computer World fala sobre o surgimento dos computadores populares na sociedade: o "Home Computer". A produção desse álbum foi rápida, algo de bem menos de 6 meses, mas pergunta-se o porquê toda a demora (81 - 78 = 3 anos). A primeira classe de "Home Computers" fora lançada em 77.

 Em algumas entrevistas conta-se que o grupo imaginou um método mais simples e rápido de transportar aparelhagem para fazer apresentações. Então observaram que utilização de computadores poderia ser bem útil e com um árduo trabalho de 3 anos e ajuda de alguns engenheiros (de computação inclusive, criando emuladores de som) unindo em um único "sistema" diversos sintetizadores/sequênciadores e até computadores (?) criando assim o "estúdio portátil", palco de seus shows até 1998 (com óbvias modificações tecnológicas). Tudo era criado e tocado no mesmo lugar com a qualidade original. Detalhe que em mono, para que não fosse valorizado somente quem estava no centro da plateia.

Capa da versão em Alemão

 Uma história interessante rodeia esse álbum: certa vez quando o dono da gravadora recebera o disco lacrado e chamou todos os diretores para ouvir mais uma obra do Kraftwerk, com certeza eles gostavam muito, quando eles abrem observam um bilhete dentro com os dizeres: "desculpem, o álbum só daqui a 6 meses". Talvez por terem enorme notoriedade, não foram demitidos.

 Pocket Calculator foi produzida com uma autêntica calculadora comprada por Florian no Natal de 1980 e um instrumento chamado Stylophone, inventado em 1967 onde se usa uma caneta para tocar (observar VIDEO). O single, lançado posteriormente a "Computer Love", teve um vídeo, e foi lançado em diversas línguas, até mesmo Japonês, sendo sucesso e "forçando-os" a fazer uma turnê no extremo oriente. 

 O single de "Computer Love" em 81, como já mencionei em outro post, teve grande sucesso chegando ao primeiro lugar nas paradas inglesas... mas pelo seu Lado B: The Model.

 "It's More Fun to Compute" é um trocadilho com uma mensagem deixada em antigos pinballs dos EUA e a dita paixão do país norte-americano por competições: "It's More Fun to Compete"  

 Nota-se também algumas diferenças de mixagem entre a versão inglês e alemão, perceptíveis para mim principalmente em Computer Love, onde em torno do primeiro minuto a voz não é ouvida em um dos canais e volta logo após, talvez tenha sido um erro, talvez não... em Computerliebe não ocorre isso.
       
Faixas (Versão Inglês):
       
1 - Computer World (05:07) 
2 - Pocket Calculator (04:56)
3 - Numbers (03:20)
4 - Computer World 2 (03:24)
5 - Computer Love (07:19)
6 - Home Computer (06:20)
7 - It's More Fun To Compute (04:17)

Faixas (Versão Alemã):

1 - Computerwelt (05:07)
2 Taschenrechner (04:56)
3 Nummern (03:20)
4 Computerwelt 2 (03:24)
5 - Computerliebe (07:19)
6 Heimcomputer (06:20)
7 It's More Fun to Compute (04:17)

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

The Man-Machine

 Completando a chamada trilogia que formou o Kraftwerk e marcou o mundo da musica agora apresento-lhes o The Man Machine. Esse álbum tivera sem sombra de duvidas o maior sucesso do grupo dos anos 70: The Model, que chegou ao primeiro lugar nas paradas inglesas... mas só 4 anos depois, em 1981, quando foi relançado em um lado B de um single. 

 O disco marca a identidade robótica do grupo, afirmando categoricamente: "estamos aqui para lhes servir" em The Robots. Desde então eles levam a sério tal identidade, quase nunca dão entrevistas e quando falam para TV não amostram seus rostos, utilizam robôs pois "eles têm mais paciência perante as pessoas para tirar fotos" (Ralf).

       
 A capa, causou polêmica (talvez por isso a versão para fora da Alemanha e da França tenha sido em preto e branco) pois diziam que a cor vermelho bem chamativo remetia ao fascismo, e ainda por serem alemães. Digamos que a influência possa somente ter sido visual, inspirado em um artista Russo (Judeu) chamado Lissitzky. [Santo Wikipédia ajuda essas horas (risos)]

 Karl Bartos tem uma maior participação nesse álbum, ele co-escreveu The Model e é creditado como co-autor de todas as músicas.

Faixas (Versão Inglês):

1 - The Robots (06:13)
2 - Spacelab (05:57)
3 - Metropolis (06:01)
4 - The Model (03:40)
5 - Neon Lights (08:52)
6 - The Man Machine (05:28)


Faixas (Versão Alemão)

1 - Die Roboter (06:13)
2 - Spacelab (05:57) 
3 - Metropolis (06:01)
4 - Das Model (03:40)
5 - Neonlicht (08:52)
6 - Die Mensh Maschine (05:28)

[download]
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Trans-Europe Express

 O que dizer sobre o Trans-Europe Express? Simplesmente o pilar central da trilogia dos discos que formaram a identidade musical do Kraftwerk e com certeza um dos mais influentes discos da musica eletrônica.

 O álbum que iria se chamar Europe Endless para mim não mudou muito seu conceito original: falar sobre a Europa, e a sociedade europeia (incluindo o próprio grupo e grandes figuras do continente). O que mudou foi a faixa título, uma ideia do colaborador Paul Alessandrini. Essa pessoa no qual não tenho muita informação deu a sugestão de relacionar o antigo expresso de trem europeu com musica eletrônica do grupo, uma ideia excelente. Assim nasceu o Trans-Europe Express. 

       
 Desde Radio-Activity praticamente nada do chamado Krautrock se mantinha no grupo, que estava criando um conceito próprio bem mais sério (não que o que chamavam de Krautrock não fosse) e exigente com a qualidade do que se estava produzindo (não que não houvesse exigência antes, depois do sucessos de Autobahn e Radio-Activity algumas coisas teriam de mudar), tanto que em TEE percebe-se um forte minimalismo em suas musicas, mas sem perder a simplicidade das composições. Chegou-se até que parte da produção ter sido feita nos Estados Unidos, com melhor tecnologia. Mas mesmo com um som mais exigente, ele ficou mais abrangente... pop mesmo. Sendo um grande sucesso em diversos países, mesmo que algum tempo depois.

 Quanto a tecnologia, toda ela em eletrônico, admitiu mais um sequenciador, assim permitindo composições mais elaboradas bem perceptíveis.

 Muitas histórias interessantes rodeiam esse disco em suas faixas: 

- Trans-Europe Express por exemplo iria admitir um verdadeiro som se um trem em movimento, mas Ralf e Florian acharam pouco dançante e modificou um pouco (pode ser ouvida em bootlegs de 1976);

- Eles consideram The Hall Of Mirrors uma obra auto-biografia;

- Ralf confessou em uma entrevista que Showroom Dummies fora escrita em alguns minutos num "insight" que teve dentro de uma boate;

- Como a grande maioria sabe, nessa época Ralf e Florian conheceram Iggy Pop e David Bowie (homenageados em TEE e grandes fãs do trabalho do Kraft). Nessa época Ralf confessou seu querer em fazer um trabalho com Bowie, mas infelizente nunca foi muito longe disso;

- A versão em alemão teve uma faixa a mais chamada Abzug que na verdade é a parte final de Metal on Metal com uma edição. Na versão remasterizada de 2009 em ambas as línguas existe essa faixa.

Faixas (Versão Inglês):

1 - Europe Endless (09:35)
2 - The Hall Of Mirrors (07:49)
3 - Showroom Dummies (06:08)
4 - Trans-Europe Express (06:52)
5 - Metal on Metal (06:38)
6 - Franz Schubert (04:26)
7 - Endless Endless (00:54)


Faixas (Versão Alemão):

1 - Europa Endlos (09:37)
2 - Spiegelsaal (07:52)
3 - Schaufensterpuppen (06:12)
4 - Trans Europa Express (06:36)
5 - Metall Auf Metall (01:46)
6 - Abzug (05:13)
7 - Franz Schubert (04:26)
8 - Endlos Endlos (00:44)

OBS: diz-se também que fora lançada uma versão em francês, com a musica "Les Mannequins" (Showroom Dummies) mas algo com certeza muito raro. Logo irei postar essa versão, que saiu em alguns bootlegs ou até em outros singles.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Autobahn (Álbum)

 O revolucionário álbum de 1974, Autobahn entrou para história com o primeira música eletrônica que chegou nas paradas Norte-Americanas sem mencionar o sucesso na Inglaterra, com poucas exceções mas não eram muito sérias, normalmente obras publicitárias. 

 Autobahn foi pioneiro em diversos aspectos. Teve o primeiro grande sucesso em eletrônico, o primeiro synthpop da história, a utilização mais óbvia do vocoder, e o mais importante: abriu espaço para o eletrônico como nós conhecemos na América, "forçando" o grupo a fazer turnês nos Estados Unidos, onde que na oportunidade patentearam a bateria eletrônica e aproveitaram para conhecer a Califórnia "...era exatamente como nas músicas..." (Ralf - ou Florian, não lembro muito bem - citando os Beach Boys, uma das poucas influências declaradas deles). Autobahn também é conhecido por ser um dos discos mais influentes da história da música, principalmente no eletrônico.





 Emil Schult pintou a capa e foi coautor da letra de Autobahn. Na época o refrão foi confundido com "Fun" (diversão) o que causou certa discussão. Ainda houve algumas mudanças na foto traseira do LP por mudanças ou admissão de integrantes...

 Há ainda muito o que se falar sobre esse maravilhoso álbum, que se refere a uma viagem de carro pelas Autobahns (Auto estradas) da Alemanha, mas para o post não ficar muito grande e enjoativo, pararei por aqui, ele merece muito mais pesquisa, os proponho a fazer pela grande rede.

Faixas: 

1 - Autobahn (22:46)
2 - Kometenmelodie 1 (6:41)
3 - Kometenmelodie 2 (5:31)
4 - Mitternacht (3:45)
5 - Morgenspaziergang (4:02)

DOWNLOAD: mega.co.nz
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ralf & Florian (Álbum)

 Pronto. Chegamos nele, o álbum que para mim é o de transição do Kraftwerk, que divide o experimental do eletrônico. Ainda não é exatamente o eletrônico como conhecemos, mas chega bem próximo (ao menos na minha opinião). Musicas mais suaves, mais trabalhadas eletronicamente (mesmo que ainda haja utilização de guitarras e flauta) e o uso de um vocoder que todos sabemos se transformou em uma das características do grupos marcam esse belo disco.



 A entrada de Emil Schult como colaborador também tem grande importância, ele digamos que "arranhava" tocando guitarra mas não era muito bem um profissional no assunto, de modo que também não era tão útil mais haver um guitarrista no Kraft pois estavam deixando um pouco de lado o instrumento. Ele é designer e fez as capas desse e de alguns outros alguns juntamente com Ralf e Florian. Até os dias atuais ele é um colaborador do grupo.

Faixas:

1 - Elektrisches Roulette (4:20)
2 - Tongebirge (2:50)
3 - Kristallo (6:20)
4 - Heimatklänge (3:45)
5 - Tanzmusik (6:35)
6 - Ananas Symphonie" (13:55)

[download]
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Kraftwerk 2 (Álbum)

       Esse álbum que está - como eu gosto de chamar - da caminhada do Kraftwerk para criar o eletrônico que nós conhecemos. Foi produzido somente por Ralf e Florian "...ninguém queria tocar conosco...", pela quantidade de coisas "estranhas" que eles faziam na época.



       É perceptível em algumas faixas a utilização da bateria eletrônica inventada por Ralf e Florian e a flauta elétrica, inventada por Florian e utilizada até 1981 nas apresentações ao vivo de Autobahn. No todo ainda utilizam guitarras elétricas, baixo, guitarra e violino elétrico.

Faixas: 

1 - Kling Klang (17:28) [como sabemos posteriormente que virou o nome do estúdio "secreto" em Dusseldorf]
2 - Atem (02:55)
3 - Strom (03:56)
4 - Spule 4 (05:21)
5 - Wellenlänge (09:36)
5 - Harmonika (03:16)

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Kraftwerk (Álbum)

 Primeiro álbum do Kraftwerk, o disco de mesmo nome ainda longe estava do eletrônico que conhecemos hoje. Essa época hoje é popularmente chamada como "early days" do grupo. 

 Ainda se utilizando de instrumentos acústicos, guitarra, bateria, e outros instrumentos como um órgão e bastante interessantes como o violino elétrico, faixas que lembram o rock convencional, relaxantes, e outras mais obscuras... bem experimentais, como qualquer registro do Kraft, vale ouvir ao menos uma vez. 


 O álbum teve participação creditada a músicos como Andreas Hohmman e Klaus Dinger (posteriormente formou o "Neu!"), ambos bateristas. Ralf, Florian, e o famoso produtor e engenheiro de som Konrad "Conny" Plank que produziu desde o "Tone Float" até "Autobahn".

Faixas: 

1 - Ruckzuck (7:47)
2 - Stratovarius (12:10)
3 - Megaherz (9:30)
4 - Vom Himmel Hoch (10:12) 

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domingo, 8 de janeiro de 2012

Organisation: Tone Float

 Os recém "fugidos" de um conservatório da Alemanha Ralf Hütter e Florian Schneider (Kraftwerk) juntos com uma série de 5 outros músicos se uniram em 68 em um grupo chamado "Organisation" e a produção do álbum "Tone Float" (Tom Flutuante), lançado na Alemanha em 1970.


  Com composições que lembram "Jam Sessions" já se utilizando de instrumentos eletrônicos e acústicos como flautas e pianos e ritmos que lembram música africana, o álbum de música experimental mesmo que não seja tão agradável aos ouvidos (para mim sinceramente é relaxante) tem importante valor histórico no movimento denominado pejorativamente como "Krautrock", extremamente importante para a música atual. Vale a pena ouvir.

Faixas:

1 - Tone Float (20:46)
2 - Milk Rock (05:24)
3 - Silver Forest (03:18)
4 - Rhythm Salad (04:04)
5 - Noitasinagro (07:46)

Obs: Algumas versões "bootleg" constam uma ultima faixa bônus chamada "Vor Dem Blauen Bock" (ao vivo em 1971)
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